O Avivamento de Azusa: Dando Liberdade ao Espirito Santo, Sinais, Maravilhas & Milagres.Dr. Gwyneth Williams

s raízes das manifestações do Espírito Santo nos dias da idade moderna podem ser atribuídas aos eventos que ocorreram em um prédio de madeira, durante a virada do século, em Los Angeles, Califórnia. O bispo Otis Clark morou na casa de Emma (considerada mãe de Azusa) e Henry Cotton, tornando-se como parte da família. Clark chegou em Los Angeles em 1921 após a rebelião racial de Tulsa, Oklahoma. Mãe Emma Cotton foi a conselheira de Clark.

Ele era seu motorista particular, enquanto Henry, marido de Emma, trabalhava como carregador de malas no trem, indo de cidade em cidade. Eles tentaram manter as Igrejas de Azusa abertas. Em 1922 Seymour adoeceu e partiu ao céu. O avivamento que ocorreu na Rua Azusa, de 1906 a 1919, desencadeou o notável crescimento global do movimento Pentecostal e de sua irmã, a Renovação Carismática.Embora este avivamento seja significante por muitos motivos, acredito que a maior lição da Rua Azusa para a geração atual seja o poder da unidade espiritual.Em Azusa, os longos cultos eram marcados pelas pregações de fogo, cantos espontâneos e orações fervorosas. Pessoas eram batizadas pelo Espírito Santo, falavam em línguas e caíam sob o poder de Deus.Liderado por William J. Seymour, um pregador negro, do Movimento Santidade (Movimento da Santidade), Azusa atraiu pessoas de todas as cores e estilos de vida.

Brancos, Negros, Hispânicos e Asiáticos juntos experimentaram a presença manifesta do Espírito de Deus. Seymour, que havia recebido dos ensinos do Espírito Santo enquanto escutava através da porta de uma sala de aula toda branca, sabia que esta experiência era para todas as pessoas.É fato, que algumas das 26 maiores denominações, incluindo Assembléia de Deus, Igreja de Deus em Cristo, Igreja de Deus, Cleveland Tennessee, Fé Apostólica, Igreja Pentecostal Unida, e Assembléias Pentecostais do Mundo tem raízes do avivamento da Rua Azusa; além de 700 outras denominações, incluindo igrejas independentes. Somos gratos em ter o Bispo Otis G. Clark entre nós.

Quando uma crônica é escrita, raramente os leitores tem o privilégio de receber informações de primeira mão. O bispo Clark conheceu muitos dos crentes da época e agora relembra os acontecimentos nas páginas deste livro. Junte-se a mim ao recontar os eventos da Missão de Azusa. Sinto-me entusiasmado com o privilégio de traçar novamente as raízes deste mover conforme nos esforçamos a completar o que Deus começou em 1906.

Deixemo-nos, através destas páginas, encontrar o verdadeiro espírito de Azusa, o espírito da unidade.

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O Livro O peregrino – o Segundo livro mais vendido no mundo

The Pilgrim’s Progress ou O Peregrino – A Viagem do Cristão à Cidade Celestial é um livro alegórico cristão de 1678 escrito pelo inglês John Bunyan.

É considerado uma das obras mais significativas de ficção teológica religiosa na literatura inglesa. Foi traduzido para mais de 200 idiomas e nunca ficou fora de catálogo. Apareceu em holandês em 1681, alemão em 1703 e em sueco em 1727. A primeira edição norte-americana foi publicada em 1681. Também foi citado como o primeiro romance escrito em inglês. De acordo com o editor literário Robert McCrum, “não há nenhum livro em inglês, além da Bíblia, que iguale a obra-prima de Bunyan para o alcance de seus leitores, ou sua influência em escritores tão diversos como William Thackeray, Charlotte Brontë, Mark Twain, C. S. Lewis, John Steinbeck e até Enid Blyton.”[1]

Bunyan começou seu trabalho na prisão do condado de Bedfordshire por violações do Conventicle Act de 1664, que proibia a realização de serviços religiosos fora dos auspícios da Igreja Anglicana. Historiadores modernos acreditavam que o livro foi iniciado na segunda prisão de Bunyan, mais curta por seis meses em 1675,[2] porém, estudiosos contemporâneos acreditam que foi iniciado durante sua prisão inicial (1660–72) logo após ter escrito sua autobiografia espiritual Grace Abounding to the Chief of Sinners (1666).

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