Lição 4. O Espírito Santo no Novo Testamento (Slide)

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A palestina nos tempos de Cristo

As pessoas na época de Jesus e dos apóstolos viviam de forma muito diferente de nós. Moradias, comida, roupas, relações familiares, etc, nada disso era similar ao que temos hoje. As coisas mudaram muito.

Os(as) historiadores(as) conseguiram compor um quadro bastante preciso de como era a vida no tempo de Jesus, na Palestina, com base nos relatos do Novo Testamento, nos estudos de documentos históricos e nas descobertas arqueológicas. E isso é de grande utilidade para quem estuda a Bíblia.

Faço a seguir um breve relato de como essa vida era no dia-a-dia. O quadro que emerge não é nada bonito: as pessoas eram muito pobres e tinham vida muito difícil, para os padrões atuais.

Pirâmide Socal em Israel

As pessoas viviam muito pouco – a expectativa de vida era de apenas quarenta anos -, não tinham qualquer conforto, passavam dificuldades de toda sorte. Mal tinham o suficiente para matar a fome. Na realidade, as pessoas pobres hoje em dia tem padrão de vida melhor do que as pessoas de uma forma geral no tempo de Jesus. Vejamos alguns detalhes:

Forma de moradia

As pessoas viviam em casas feitas de tijolos, fabricados com barro e palha, secos ao sol. Esse material era muito parecido com o que os israelitas faziam para os egípcios durante seu período de escravidão, cerca de 1.500 anos antes de Jesus.

O piso dessas casas era normalmente de terra batida – apenas em residências mais ricas, o piso era de pedras. 

Os telhados eram planos e feitos de vigas de madeira entrelaçadas com ramos de árvores, com os espaços vedados por argila seca. Naturalmente, quando chovia, a água amolecia e removia parte dessa argila e apareciam goteiras… 

O pé-direito das casas era pouco maior do que dois metros, bem menos do que os padrões atuais, comprovando que as pessoas eram baixas – isso faz sentido, considerando os padrões nutrição deficientes daquela época.

O telhado também servia como local para dormir nos dias mais quentes do ano. Por isso costumava ter um parapeito de madeira para impedir que as pessoas caíssem. Um lance de escadas externo levava do térreo até o telhado.

As casas eram pequenas, abafadas e escuras, porque quase não haviam janelas, por motivo de segurança. A iluminação era ruim, tanto pela falta de luz natural, como também porque a luz artificial, vinda de lâmpadas de óleo, era precária.

As moradias não tinham água corrente e nem esgoto e, portanto, eram sujas para nossos padrões atuais. A água era conseguida em poços comunitários, sendo colhida e transportada em jarros de barro, tarefa muito cansativa.

A moradia de uma família mais simples, como a de Jesus e da maioria dos seus discípulos, costumava ser formada por um único cômodo, sendo uma parte elevada, onde eram colocadas esteiras de dormir, arcas para roupas e utensílios de cozinha. À noite, os animais normalmente ocupavam a parte mais baixa do cômodo, para ficarem protegidos. Quando os animais não estavam ali, as crianças usavam o espaço livre para brincar.

As camas eram feitas de esteiras colocadas diretamente sobre o piso, cobertas por mantas – somente pessoas mais ricas tinham camas. Não haviam mesas e nem cadeiras – a mobília era muito escassa. 

Comida


Os judeus costumavam comer duas refeições por dia: uma por volta do meio dia e outra no começo da noite. Sua dieta consistia de pão (aquele tipo que hoje chamamos de “árabe”), leite e queijo de cabra, vegetais e frutas. Em locais próximo do mar ou lagos, contavam também com peixes. Carne (cabrito ou carneiro), assada ou cozida, e vinho, diluído em água, somente eram consumidos em dias especiais.

As pessoas comiam reclinadas (nas ocasiões mais formais), acocoradas ou sentadas no chão. 

Vestuário


Os homens usavam túnicas, que iam até os joelhos. Um cinto era usado na altura da cintura, onde eram penduradas facas, ferramentas, etc. No inverno, usavam um manto ou capa pesada para se abrigar melhor. As roupas eram normalmente brancas.

As mulheres usavam uma túnica curta, como roupa de baixo, e sobre ela, uma túnica colorida, que ia até os pés. Os adornos eram fitas coloridas e miçangas – as joias eram raras. Mantos eram usados para abrigar melhor no inverno.

Vida em família


Grupos familiares grandes, formados por várias gerações de pessoas, eram comuns. A família era a base da sociedade e as relações de parentesco tinham grande importância.

O nascimento de um bebê do sexo masculino era motivo de grande alegria, mas bebês do sexo feminino eram motivo de desapontamento. No oitavo dia de vida, o garoto era circuncidado e recebia um nome, enquanto a menina podia ficar até um mês sem nome.

As famílias não tinham sobrenome para diferenciá-las. Por causa disso, as pessoas de mesmo nome eram distinguidas mediante o uso do nome do pai e até do avô – por exemplo, há uma passagem na Bíblia que Jesus se refere a Pedro como “Simão Barjonas”, que quer dizer “Simão” (seu nome) “filho” (bar) de “Jonas” (nome do seu pai). Também podia ser feita referencia à convicção política da pessoa (p. ex. “Simão, o Zelote”), à sua profissão (p. ex. “José, o carpinteiro”) ou ao local de onde a pessoa vinha (p. ex “José de Arimateia” ou “Maria de Magdala ou Madalena”).

Casamentos eram ocasiões festivas, que geravam comemorações de mais de um dia. As pessoas vestiam suas melhores roupas, a comida incluía os melhores pratos, havia música e dança. As pessoas se casavam muito cedo, assim que amadureciam sexualmente e podiam gerar filhos(as), já que a vida era curta.

As mortes eram frequentes e os enterros eram caracterizados por atos exteriores de sofrimento, como rasgar as próprias roupas, jejuar e cobrir-se de cinzas. Também eram usadas carpideiras, profissionais contratadas para chorar.

Conclusão


A dificuldade da vida nos tempos de Jesus deve fazer apreciar ainda mais o que aquelas pessoas conseguiram fazer, contando com tão poucos recursos e tendo que superar tantas dificuldades. Seu exemplo de vida é uma grande lição para nós.

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Antiguidade Oriental resumo – História dos Hebreus

Localização

– Próximo ao Egito;
– Região da Palestina;

Características

– Atual Israel;
– Pastoreio e agricultura (margens do Jordão);
– Propriedade da terra inicialmente coletiva – privada (aristocracia);
– Pirâmide social formada pela família real, fazendeiros e sacerdotes no topo, tendo abaixo deles os comerciantes e burocratas, e abaixo sustentando a sociedade os pastores, camponeses e escravos.

Cultura

– Religião Monoteísta;
– Escrita – Aramaico;

Evolução Política da Palestina

– Era dos Patriarcas:
– Estabelecimento dos hebreus;
– Abraão 1º patriarca vindo de Ur;
– Isaac e Jacó – 12 filhos – 12 tribos hebraicas;
– Êxodo rumo ao Egito (filisteus e cananeus) – invasões hicsas;
– Escravização dos Hebreus;
– Êxodo hebraico chefiado por Moisés;
– 40 anos no deserto;
– 10 mandamentos;
– Chegada à Palestina com Josué;
– Era dos Juízes;
– Disputa com os filisteus pela Palestina;
– Nomeação de juízes para liderar as 12 tribos;
– Samuel (maior líder);
– Unidade na monarquia;
– Era da monarquia:
– Saul 1º monarca;
– David – conquista de Jerusalém;
– Salomão – comércio e riqueza estatais;
– Construção de templos;
– Páscoa, pentecostes, Sebat;
– Impostos;
– Morte de Salomão;
– Fim da unidade Hebraica;

Cisma Hebraico

– Disputa pela sucessão de Salomão;
– Reino de Israel;
– Reino de Judá;
– 721a.C. – assírios conquistam Israel;
– 586a.C. – babilônios conquistam Judá;
– 539a.C. – libertação pelos Persas;
– Diáspora Hebraica:
– Domínio greco-macedônico e posterior romano;
– Destruição de Jerusalém em 70d.C.;
– 1948 – Estado de Israel;

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Lição 13. Um novo céu e uma nova terra (Comentário)

Lição 13 2 tri 2022

Um novo Céu e uma Nova Terra

A expectativa de um novo Céu e uma Nova Terra, se dará no seu propósito conclusivo e definitivo, e tendo como finalidade principal, manifestar para sempre a vontade de Deus, para aqueles que se mantiveram fiéis até o fim (Mt 24:13), porque a vontade de Deus, é aquela que suprirá todas as carências humanas, por ser eficaz e suficientemente completa em nós,(Rm 12: 2). Uma nova empreitada espiritual vinda de Deus, o fará cumprir os seus desígnios, numa terra que já não existe mais (Apoc 21:1), e sim esta terra passará por uma transformação, para termos um novo estilo de vida moral em Deus, (2 Pd 3:12,13). Este empreendimento espiritual nos assegurará, que Deus estarás conosco para sempre no sentido literal e espiritual, porque esta é a vontade de Deus (Jr 30:22), e também é uma promessa somente para aqueles que vencer,(Apoc 21: 7).

Quando se sabe o que Deus reprova em nosso comportamento, fica mais expressivo a mudança de atitudes para agradar a Deus, baseado na listagem bíblica (Apoc 21: 8 ; Apoc 22:15) aí está aqueles que não agradam a Deus, e por consequência estes não irão morar neste Novo Céu e a Nova Terra, por isso que a bíblia nos adverte á santificar mais ainda, do que se sujar mais ainda, (Apoc 22:11): Neste tópico 2, poderíamos apresentar no sentido espiritual como se livrar de tais atitudes que não agradam a Deus, por atitudes que agradam a Deus, Ex. (Tímidos) precisam ser corajosos para servirem a Deus (2 Tm 1:7); (Incrédulos) precisam acreditarem naquilo que é verdadeiro (1 João 5:20); (Abomináveis) precisam honrar mais a Deus (Pv 14:31); (Assassinos) precisam disseminarem a vida (Dt 30:19); (Impuros) precisam ter a mente de Cristo (1 Cor 2:16); (Feiticeiros) precisam fazer sempre o bem (Pv 25:21,22); (Idolatria) precisam ser verdadeiros adoradores (João 4:23); (Mentirosos), precisam ser inculpáveis e sinceros (Fp 2:15).

O Novo Céu e uma Nova Terra, é uma promessa apocalíptica, que está associada a vinda de Cristo, e que precisa voltar em nossos púlpitos com urgência (Apoc 22:20), pois Cristo está voltando, (Apoc 3:1), a mensagem desta lição nos faz despertar à andar com Deus, não só pelo fato de Ele estar em nossa companhia (Mt 28:20), mas também estarmos em suas dependências espirituais, pois é estando assim que Ele voltará para nos buscar, (João 14:1,2,3,4), pois uma Igreja cheia do Espírito Santo (Ef 5:18), e que ama a vinda de Cristo (2 Tm 4:7,8), certamente será recebida ao escutar o seu chamado pelo próprio Cristo, (Apoc 22:17 ; Mt 25:34), Bom Estudo!

Autor: irmão Robson

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