Dinâmica: Dividindo as Atribuições

Objetivos:

Enfatizar a importância da divisão de tarefas na Igreja

Iniciar o estudo sobre os dons Espirituais, Ministeriais e de serviço em Ef. 4.11 que são: Apóstolo, Profeta, Evangelista, Pastor e Mestre — ou doutor, como aparece em algumas traduções.

Material:

09 objetos de tamanhos e pesos variados

Nomes digitados das 03 categorias dos dons Espirituais: Revelação, Poder e Elocução

Nomes digitados dos dons Ministeriais: Apóstolo, Profeta, Evangelista, Pastor e Mestre

Nomes digitados: Presbítero e Diácono

Antes da aula: Fixar cada nome digitado em um objeto

Procedimento:

– Organizem os alunos em círculo.

– Entrem no círculo e distribuam os 09 objetos para os alunos.

– Falem: Vamos cantar, bem baixinho para não atrapalhar outras salas, e enquanto cantamos vocês vão passando os objetos para os colegas da direita.

Ao final, o aluno que estiver com o objeto deverá falar sobre nome ali escrito, o que ele faz e sua função na igreja

– Comecem a cantar um hino conhecido, pode ser o 115 ou 212 da harpa cristã. Não há necessidade de cantar o hino por completo.

– Observem com atenção como vai ser realizada a passagem dos objetos para os colegas:

De forma rápida ou lenta

O objeto pode cair ou não

Atenção e compromisso com a atividade

– Depois, comentem sobre a atividade:

O que significa receber e passar os objetos?

Receber uma missão e realizar o trabalho compartilhando com os demais. Na igreja há trabalhos que não podem ser realizados de forma isolada.

O que representa 10 objetos diferentes sendo repassados ao mesmo tempo?

Várias atividades distintas são realizadas ao mesmo tempo. Na igreja há várias funções que estão sendo executadas no mesmo período de tempo, como os dons ministeriais, Presbítero e Diácono, isto é, funções diferentes com o objetivo de servir melhor no Reino de Deus, que devem ser acompanhados pelos dons Espirituais.

Qual o resultado da atividade? Os objetos foram passados de forma ordeira, com cuidado? Houve desatenção de alguém?

Isto demonstra a atenção, o compromisso com o trabalhado, com quem delegou a atividade e com os demais componentes. Na Igreja quando alguém recebe uma função deve ser realizada de forma capaz de produzir resultados positivos para a obra de Deus.

– Falem: As atividades de um modo geral devem ser compartilhadas de forma coletiva, tendo em vista que o líder não tem condições de sozinho realizar as ações de forma exitosa.

Na igreja também é dessa forma, há a necessidade da divisão de atividades, por isso o líder local precisa de cooperadores comprometidos, que tenham recebidos de Deus os dons para que desempenhem de forma exitosa o trabalho do Mestre.

Veja uma video aula sobre o tema dos dons ministeriais aqui

– Para concluir

leiam:

“Mas a manifestação do Espírito é dada a cada um para o que for útil”

(I Co 12.7).

Fonte adaptada:

Fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com/2022/01/pre-adolescentescurriculo-2022-biblia_24.html Acesso em 27 Junho 2022

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WEBINAR APOCALIPSE, O LIVRO DAS REVELAÇÕES DE DEUS. (MÓDULO I)

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SOBRE

O curso Apocalipse, o livro da Revelação de Deus tem por  objetivo apresentar uma chave de leitura do Livro do Apocalipse. Faremos um  visão introdutória sobre o contexto histórico, o autor, os estilos de interpretação do livro e os principais pontos escatológicos.

conteúdo a ser abordado

A. O contexto histórico,
B. O autor;
C. Os estilos de interpretação do livro;
D. Principais pontos escatológicos do livro;

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DIA

16/04/2022

16h

Lição 6 as parábolas do livro de Ezequiel Editora Betel dominical 1ª trimestre 2022

COMENTÁRIOS

As parábolas do livro de Ezequiel

* Precisamos entender que fomos chamados para frutificar obras aprovadas, e santificadas por Deus Mt 5:16 ARC, no meio de uma geração infrutífera e pecadora, brilhando nesta terra que está em trevas, como astros neste mundo Fp 2:15 ARC. E se não andarmos nesta regra, Deus não acharás frutos bons em nós, Is 5:4. Embora a videira tenha fragilidade em seus ramos, e que simboliza a cada um de nós, seremos frutíferos se estivermos ligados em Cristo a videira verdadeira, João 15:5 ARC.

Tópico 1

É bem certo que Deus por oferecer toda infraestrutura espiritual para nós, para cumprir assim a sua vontade, também quer fazer uma colheita próspera refletida em nossa conduta diária. Mt 13:30 ARC.

Tópico 2

Por causa da infidelidade somos traidores de Deus, e atraídos pelo mundo que quer roubar o amor de Deus em nós, através do pecado, e nos fazendo inimigos de Deus Tg 4:4 ARC.

Desprezar a bondade de Deus, não restará mais sacrifícios que nos livraria da ira de Deus, Hb 6: 4 ao 9 ARC, é o mesmo que declarar nossa sentença de morte diante dos inimigos, Sl 124:1,2,3 ARC. Só alcançaremos a graça de Deus, mesmo que tenhamos uma aliança com Ele, se formos uma terra fértil e flexível ao seu Espírito, caso contrário seremos pegos em falta pela balança de Deus, Dn 5:27 ARC.

Tópico 3

Primeira águia (Nabucodonosor), trata-se do primeiro invasor, este no conceito espiritual, aquele que nos fará estar nos domínios dele, fazendo-nos desprezar os preceitos de Deus, vivendo segundo os rudimentos do mundo Col. 2:7,8 ARC, o vôo para morte, ou seja, quando o nosso caminho não condiz com os caminhos de Deus, Dt 30:19 ARC. Segunda águia (Faraó) é aquele que nos faz tomar caminhos tortuosos e continuar neles, nos desvirtualizando como novas criaturas em Deus, para deixarmos de propagar as obras de Deus.

Rm 6:13 ARC, vôo da morte, ou seja, o resultado final de nossa má conduta, desrespeitando o estilo de vida santo que Deus requer de nós, Ap 22:11 ao 15 ARC, Mas quando aceitamos a disciplina do Senhor, seremos restaurados Sl 80: 14 ao 19 ARC, e comtemplaremos o domínio eterno de Deus, no seu reino messiânico por Cristo Jesus nosso Senhor.

Bom estudo!

Autor: Irmão Robsom

Para saber mais, assista nossa vídeo aula

Quem foi o Rei Zedequias

O rei Zedequias foi o último rei de Judá entre 597 e 586 a.C. Zedequias era filho do rei Josias, e foi o terceiro entre seus irmãos a sentar-se no trono. Antes dele, seus irmãos mais velhos Jeoazaz e Jeoaquim já tinham governado Judá.

Entre o reinado de Jeoaquim (609 – 598 a.C.) e de Zedequias, seu sobrinho, Joaquim, reinou em Judá por três meses, antes de ser deposto e levado juntamente com os membros de sua casa e seus oficias para a Babilônia.

Após depor Joaquim, o rei Nabucodonosor estabeleceu Matanias como rei em Judá, e lhe mudou o nome de Matanias, que significa “dom de Javé”, para Zedequias, que significa “justiça de Javé” (2Rs 24:17). Como os homens mais valorosos de Jerusalém tinham sido levados para o cativeiro babilônico, o rei Zedequias tornou-se rei do remanescente que ficou.

SEU REINADO

Os relatos sobre os onze anos de reinado de Zedequias estão registrados em 2 Reis 24:18-25:26; 2 Crônicas 36 e em várias passagens do livro de Jeremias, como nos capítulos 29, 34 e 52.

Logo que começou a reinar, Zedequias parecia estar disposto a obedecer a Lei e seguir os conselhos do profeta Jeremias, especialmente sobre as políticas estrangeiras, tanto que ele enviou um tipo de comitiva diplomática à Babilônia para instruir os judeus que lá estavam a viverem de uma forma harmoniosa (Jr 29).

Apesar de aparentemente o reino herdado por Zedequias parecer tranquilo, a situação era bem difícil de controlar. Com o tempo, a corte de Zedequias se revelou ser um centro de conspirações contra a Babilônia.

Além disso, no quarto ano de seu reinado, o rei Zedequias recebeu em Jerusalém a visita de representantes de Edom, Moabe, Amom, Tiro e Sidom para propor uma conspiração conjunta contra Nabucodonosor.

Na ocasião, o profeta Jeremias se opôs veementemente a esse plano, e exortou que Deus era quem havia entregado as nações a Nabucodonosor, e qualquer um que tentasse se rebelar a esse domínio pereceria. O profeta utilizou até um jugo de madeira sobre seus ombros para dramatizar sua mensagem.

Nesse cenário o rei Zedequias compareceu à Babilônia, talvez intimado por Nabucodonosor, mas ao que parece ele conseguiu desviar as suspeitas sobre a conspiração (Jr 51:59).

Finalmente, entre o sétimo e oitavo ano de seu reinado, o rei Zedequias se aliou ao Egito, e essa aliança foi entendida como completamente desleal por Nabucodonosor, e o resultado foi a invasão da Palestina e o cerco de Jerusalém (Jr 34; 37; Ez 17).

Enquanto Jerusalém estava cercada, Jeremias foi muito claro ao dizer que a única possibilidade seria a rendição aos babilônios, pois Jerusalém deveria cair sob o domínio do rei Nabucodonosor.

Apesar dos babilônios terem tido alguma dificuldade durante um tempo por conta das ameaças dos egípcios sob o comando do Faraó Hofra que possivelmente pretendia ajudar a cidade sitiada, Nabucodonosor não desistiu do cerco de Jerusalém.

A cidade que era bem fortificada conseguiu resistir por aproximadamente um ano e meio. Durante esse período a população sofreu com a grande fome que se instalou e as pestes que surgiram devido à situação precária do momento.

A MORTE DE ZEDEQUIAS

Finalmente os babilônicos conseguiram abrir uma passagem no muro, e a cidade foi tomada. O rei Zedequias, percebendo que tudo estava perdido, tentou fugir para salvar sua própria vida, porém foi capturado pelos inimigos e conduzido até a presença de Nabucodonosor em Ribla.

O rei Zedequias foi sentenciado a ver seus filhos morrerem em sua frente, e depois teve seus olhos arrancados e foi levado acorrentado à Babilônia, onde permaneceu preso até sua morte.

Com isso, se cumpriram na íntegra as profecias sobre o último rei de Judá registradas em Jeremias 34 e Ezequiel 12.

Fonte: https://estiloadoracao.com/quem-foi-o-rei-zedequias-na-biblia/